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G.R.E.S INFANTES DA PIEDADE





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HISTÓRIA DO INFANTES





A tradição carnavalesca do bairro vem da época em que a atual Av. Dom Hélder Câmara chamava-se Estrada Real de Santa Cruz e por ela passavam, no carnaval, carruagens e carroças enfeitadas. No início do século XX, já batizada de Av. Suburbana, recebia foliões de toda a cidade arrastados pelo bonde 77, cuja parada final era no bairro.
O carnaval de rua sempre foi uma das principais manifestações populares de Piedade. Neste século, um dos grandes incentivadores da folia, foi o Ministro Gama Filho, fundador da Universidade Brasileira particular de maior prestígio internacional. Ainda hoje, é o bairro do Rio de Janeiro que concentra o maior número de blocos de rua, alguns com mais de 25 anos, arrastam nos quatro dias de carnaval milhares de crianças, adultos e idosos, sem que haja nenhum registro de violência ou desordem.
O Infantes da Piedade, como não poderia deixar de ser, nasceu como bloco de rua em 1940. O bloco foi crescendo e, em 1966, filiou-se a Federação de Blocos e desfilou pela primeira vez como Bloco de Enredo. Foram mais de três décadas de vitórias, alcançando quase sempre os primeiros lugares e muitos campeonatos.

A ESCOLA DE SAMBA

Por toda essa vocação carnavalesca, Piedade merecia há muito tempo uma grande Escola de Samba. Núcleo da região de maior concentração de agremiações carnavalescas do Rio (traçando-se uma circunferência entre o Engenho de Dentro e Oswaldo Cruz, tendo Piedade como centro, são 14 Escolas de Samba), nossa comunidade exigia que tivéssemos também a Escola de Samba do bairro.
Essa Escola nasceu há 3 anos: o Infantes da Piedade.
Em 1998, desfilou com mais três escolas como “hour concour”, passando por uma avaliação da Associação das Escolas de Samba da Cidade do Rio de Janeiro, no que foi aprovada.
Em 1999, competindo pela primeira vez com tradicionais agremiações, o Infantes da Piedade ficou com a terceira colocação e subiu para o grupo “D”.
Em 2000, sua escalada à Av. Rio Branco foi interrompida somente pela perda de 5 pontos no quesito número de baianas, devido a irresponsabilidade da pessoa contratada para a confecção destas fantasias. Porém, ainda assim, mantivemo-nos no grupo com um empolgante desfile coroado com o prêmio de melhor bateria e melhor comissão de frente do grupo “D”.